quinta-feira, 28 de agosto de 2008

HENRI CARTIER BRESSON


"Estudou pintura clássica
e contemporânea. Lia muito,
frequentava as tertúlias, estava
fascinado com a insubmissão dos
surrealistas"

"Esteve no sítio
certo na altura exacta: fotografa
Gandhi poucas horas antes de este
ser assassinado..."


"Houve quem o considerasse
um dos mais importantes
historiadores do presente. Mas ele
dizia que apenas contava histórias,
usando a sua máquina como se
fosse um diário. A máquina era a
fabulosa e simplicíssima Leica que
comprou em 1932, um aparelho
leve e discreto que ele ainda tornou
mais discreto tapando a negro os
cromados. Em toda a sua vida, só
se separou da Leica durante a II
Guerra, quando a enterrou num
terreno dos pais; terminado o
conflito, foi buscá-la. Durante cinco
décadas, Henri Cartier-Bresson foi
fiel a um conjunto de regras técnicas
e éticas: quase só fotografa a pretoe-
branco, usa luz natural,
acredita
na espontaneidade paciente."








"Quando fotografou Simone de
Beauvoir
e esta lhe perguntou se
ia demorar muito tempo, Henri
respondeu: “um pouco mais do
que no dentista e um pouco menos
do que no psicanalista
”.

Cronica de Pedro Mexia , Menos por menos

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