domingo, 27 de janeiro de 2008

LEONARDO DA VINCI




LEONARDO D`VINCI



Contrariamente à exposição de Salvador Dalí, aqui foi possivel recolher à socapa algumas imagens.



Interagindo com uma das obras



quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Chego a uma casa nova e trago os velhos fantasmas.Os visíveis, inexpugnáveis. Os que não descansam.Mudo a digamos vida repartida em móveis e estantes.Os meus solícitos avisam que estou a prazo.Que sempre que me habituo desvalorizo o património.Os caixotes são deles território como o céu e as paredes.Se não deixei a sombra não expulsei também esta companhia.Eles são inquilinos, vitalícios como o medo.Uma vita nuova exige novíssimos tormentos.E esta é apenas vida velha em divisões mais amplas.Quis que não viesse alguma carga desnecessária, memórias e bibelôs.Veio tudo, espectral e sem fadiga.Veio dividido em espelhos e duendes que nunca tive.Veio nos amuletos sem efeito, nas fotos onde já não apareço.Vidrinhos que cortam no escuro.Hologramas meus amigos faz décadas.Cada objecto que inauguro ganha o seu deus malévolo.Eles sabem que me venceram.É altura mais que doméstica para me juntar a eles.

Pedro Mexia

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Isidore Ducasse




...Ó velho oceano, (...) abismos há em ti que as mais longas sondas, e as mais pesadas, confessaram ser inacessíveis. Aos peixes... isso é permitido: não aos homens. A mim mesmo perguntei por vezes que seria mais fácil de conhecer: a profundidade do oceano ou a profundidade do coração humano? Muitas vezes, com a mão em pala sobre a testa, de pé nos barcos, enquanto a lua se balançava entre os mastros de um modo irregular, surpreendi-me abstraindo de tudo o que não era o fim que pretendia, ao esforçar-me por resolver este difícil problema! Sim, qual o mais profundo, o mais impenetrável, o oceano ou o coração humano?...



Lautréamont, "Os cantos de maldoror", Canto I.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GOQU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO?



De aorcdo com uma peqsiusa

de uma uinrvesriddae ignlsea,

não ipomtra em qaul odrem as

Lteras de uma plravaa etãso,

a úncia csioa iprotmatne é que

a piremria e útmlia Lteras etejasm

no lgaur crteo. O rseto pdoe ser

uma bçguana ttaol, que vcoê

anida pdoe ler sem pobrlmea.

Itso é poqrue nós não lmeos

cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa

cmoo um tdoo.

sábado, 5 de janeiro de 2008


"A câmara não necessita ser um recurso mecânico. Como a pena, é tão boa como a pessoa que a utiliza. Pode ser o prolongamento da mente e do coração".


John Steinbeck

OS PETÍZES

O SOLAR DOS NETOS

NATAL - PASSAGEM D` ANO

terça-feira, 1 de janeiro de 2008